A entrada de Portugal para a União Europeia foi um marco
histórico no desenvolvimento da economia portuguesa.
Desde 1986 tem havido uma progressiva abertura de economia portuguesa
ao exterior com um consequente aumento da taxa média
de crescimento do PIB como resultado de aumentos do consumo,
investimento, gastos públicos e exportações.
O aumento do consumo deveu-se à maior oferta e poder
de compra existentes. Para o aumento do investimento muito contribuiu
o investimento directo estrangeiro. Os gastos públicos
aumentaram assentes nos fundos estruturais e as exportações
pela maior abertura dos mercados europeus.
Salientamos pela sua importância na construção
da União Económica e Monetária (nomeadamente
critérios de convergência) a diminuição
do défice, da taxa de inflação e da taxa
de juro (apesar de não estar ainda reflectida no quadro).
O tecido empresarial é maioritariamente constituído
por pequenas e médias empresas de cariz familiar.
Destacam-se entre os sectores de actividade económica
os têxteis, o calçado, o turismo, a cortiça
e pasta de papel pela sua tradição e condições
naturais propícias. Novos sectores de actividade têm-se
desenvolvido nos últimos anos tais como automóveis,
electrónica reflectindo uma tendência recente.