O Concelho de Cinfães, vive essencialmente
da agricultura, silvicultura e pecuária. estas são
as fontes empregadoras da mão-de-obra cada vez mais
escassa, devido ao grande fluxo de emigração.
A Freguesia de Espadanedo tem disponibilizado maiores activos
de mão-de-obra indiferenciada para a Europa, situação,
em parte compensada através do cambio de divisas e
melhoria do nível económico das familias. Mas
a não ser na habitação própria,
o fluxo cambial raramente é canalizado para o investimento
na área do Município, indo, preferencialmente
para a Cidade do POrto. A lavoura ressente-se do fenómeno.
No entanto, é notável a produção
e (qualidade) do vinho verde encaminhada para a adega cooperativa
de Cinfães que, tão bons serviços tem
prestado á vinicultura, absorvendo os excedentes.
Outros produtos garantem a economia da região: Batata,
azeite, legumes, milho, centeio, trigo e produção
frutífera, entre aqual as afamadas laranjas de Cinfães.
O aproveitamento dos recursos florestais (sobretudo pinheiro
- bravo) traduziu-se na instalação dispersa
das primeiras indústrias de tipo familiar - as serrações
de equipamento mecânico.
Outras indústrias já deram os primeiros passos:
confecções, metalomecânica.
À semelhança da região periférica,
o Concelho está estruturado em minifúndio,
e a respectiva exploração é feita pelos
caseiros no regime de rendimento a partes. Presentemente
a situação está a modificar-se. A pecuária
(criação de gado) é relevante nas zonas
montanhosas, desde Tendais, Gralheira até Alhões
com significativa expressão para as vacas de raça
arouquesa, cabras e ovelhas.
Por sua vez, as pescas, já foi uma fonte de riqueza
em tempos passados. Isto é, até à execução
da barragem do carrapatelo, em que perdeu todo o seu sentido
comercial para se tornar num mero passatempo desportivo.
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