Povoado Fortificado de Vila Nova de São
Pedro
(Monumento Nacional)
Povoado Fortificado datado da idade do cobre (entre 3000 e 1900
a.C.) que devido ao seu valor arqueológico, é
internacionalmente reconhecido, encontrando-se classificado
como Monumento Nacional.
Outrora um imponente povoado fortificado, que na sua fase de
apogeu contaria com três linhas defensivas, a mais interior
das quais revestida com dez cubelos semi-circulares.
A sua comunidade dedicar-se-ia à agricultura, pecuária
e artesanato (olaria, metalurgia, e tecelagem), encontrando-se
em diversas escavações realizadas, diversos vestígios
a comprová-lo.
Ainda visíveis estão os vestígios de habitações
e de diversas infra-estruturas, bem como de duas linhas de muralhas,
com bastiões incorporado, que asseguravam a defesa do
povoado. O visitante terá também a oportunidade
de desfrutar da bela paisagem que o local lhe proporciona.
(Dec. Lei 516/ 71, de 22 de Novembro)
Igreja e Edifício da Misericórdia
de Azambuja
(Imóbel de Interesse Público)
Apresenta portal do século XVI, encimado pelo brasão
de D. Leonor.
O interior de uma só nave, possui arco triunfal e Capela-mor
em talha dourada.
O claustro mostra arcaria assente em colunas Toscanas.
Serviu em tempos como Hospital da Misericórdia, e hoje
em dia, é numa parte do edifício que se situa
a sede da Associação Pousada do Campino.
(Dec.Lei 31/ 83, de 9 de Maio)
Igreja Matriz de Azambuja (ou de Nossa Senhora
da Assunção)
(Imóvel de Interesse Público)
Localizada junto à Praça do Município,
é um tempo de arquitectura quinhentista, com três
naves separadas por arcos assentes em colunas toscanas.
A Capela-mor apresenta abóbada de cruzaria com bucetes
lisos e Altar em talha dourada do século XVII.
As paredes interiores do edifício são revestidas
de azulejos seiscentistas.
O portal principal é rematado por um frontão triangular
e encimado por um óculo, e ladeado de duas frestas.
O portal lateral apresenta colunas renascentistas e nichos sobrepostos,
rematados por um frontão.
(Dec. Lei 516/ 71, de 22 de Novembro)
Pelourinho de Azambuja
(Imóvel de Interesse Público)
Situa-se no centro da Praça do Município.
Assente numa plantaforma de três degraus é constituído
por uma base oitavada, fuste torso, dividido por um anel com
estrias decoradas com motivos floriais, e capitel quadrangular
com quatro brazões. A rematar o conjunto, tem um corpo
cónico, recente, bem como os quatro ferros.
(Dec. Lei 23122, de 11.10.1933; Boletim 123 da D.G.E.M.N.)
Palácio de Pina Manique (Manique do Intendente)
(Imóvel de Interesse Público)
Situado no Largo de Pina Manique, é um imóvel
setecentista, atribuído ao arquitecto José Costa
e Silva, compõem-se de um corpo central que é
constituído por uma Igreja de galilé, sobrepujada
por uma varanda com balustrada e por dois corpos laterais simétricos.
A Fachada Sul é rematada por uma balustrada ornada de
trofeus.
Do conjunto a Igreja foi o único elemento que teve acabamento
interior, uma vez que com a morte de Pina Manique, verificada
em 1805, determinou a paralização do seu do seu
projecto, pelo que a construção do palácio
nunca foi concluída. Os edifícios obedecem ao
estilo Neo-Clássico, em Voga no Século XVIII.
(Decreto nº 45/ 93, de 30 de Novembro)
Pelourinho de Manique do Intendente
(Imóvel de Interesse Público)
Encontra-se no centro da Praça dos Imperadores em Manique
do Intendente.
Apresenta fuste cilíndrico, dividido por um anel, encimado
por capitel poligonal rematado por pináculo igualmente
poligonal, remonta ao século XVIII.
(Decreto nº 23122, de 11.10.1933)
Igreja do Mosteiro de Nossa Senhora das Virtudes
Freguesia de Aveiras de Baixo
(Imóvel de Valor Concelhio)
Igreja quatrocentista de uma só nave, com portal de arco
ogival com capiteis vegetalistas.
No interior apresenta arco triunfal e sala capitular manuelina
com abóbada nervurada.
Apresenta elementos arquitectónicos Góticos, Manuelinos
e Barrocos. A sua importância traduziu-se também
por ter proporcionado hospedagem a alguns monarcas, nomeadamente,
D. Duarte, D. Afonso V, D. João II e sua esposa D. Leonor.
Embora o monumento apresente um estado de degradação,
uma visita a este local já vale por si, pela história
e o ambiente calmo em que se insere, onde o visitante pode desfrutar
de uma paisagem de grande beleza.
(Decreto nº 2/ 96, de 6 de Março)
Palácio das obras novas ou Palácio
da Rainha
Vale de Azambuja
(Imóvel de Interesse Público)
Uma estrutura representativa do estilo Neo-Clássico no
Concelho, situado na foz da Vala Real de Azambuja. O Palácio
foi erigido, provavelmente durante o reinado de D. José
I com a finalidade de servir de posto de controlo de tráfego
de pessoas e mercadorias, através do canal artificial
(Vala Real de Azambuja; os trabalhos de abertura e drenagem
foram iniciados por ordem de D. João V e terminados em
meados do século XIX), acabando por funcionar também
como estalagem de apoio aos passageiros da carreira de vapores
entre Lisboa e Constância.
Hoje em dia, do palácio restam as paredes exteriores,
mas a sua envergadura e o encanto natural da área circundante,
ajudam a compreender os motivos que levaram diversas figuras
da nobreza e da Família Real, entre eles o Rei D. Carlos
e o Príncipe D. Luís Filipe, a passarem ali alguns
dos seus períodos de descanso.
Marco da Légua
Azambuja
(Imóvel de Interesse Público)
À entrada da Vila, do lado esquerdo da estrada sentido
Lisboa-Azambuja.
Assinala a légua VIII, está datado de 1884.
É encimado por um relógio de sol de forma esférica.
(Decreto nº 32973, de 18.8.1943)
Outro Património:
Edifício da Câmara Municipal
de Azambuja
Edifício Grandella - Aveiras
de Cima
Escola Régia (actual Biblioteca
Calouste Gulbenkian) - Azambuja